O RH vai deixar de ser um espelho da empresa e se tornará uma janela para fora

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O norte-americano David Ulrich, professor de Negócios da Ross School of Business, da Universidade de Michigan, e cofundador do RBL Group, é considerado uma das maiores autoridades em gestão de pessoas. Já trabalhou com mais de 100 das 200 maiores empresas do mundo e é autor dos bestsellers Liderança Orientada para Resultados, O Work-out da GE, Gestão Estratégica de Pessoas com Scorecard, A transformação do RHe é coautor do livro RH de Fora para Dentro.

Em setembro, será lançado no Brasil sua publicação mais recente, Sustentabilidade da Liderança, que foi o tema de sua palestra durante o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, o CONARH 2014 (realizado na semana passada, em São Paulo). Em entrevista a NEGÓCIOS, Ulrich fala sobre o momento atual e as perspectivas de futuropara a área de Recursos Humanos.

Ao longo das últimas décadas, o senhor escreveu livros sobre o posicionamento estratégico do RH. Em 2012, publicou o RH De Fora para Dentro. Qual é a principal diferença entre os dois modelos?

O RH estratégico começa a partir da estratégia do negócio e tenta identificar as práticas de recursos humanos que ajudarão a concretizar essa estratégia. O RH de fora para dentro olha para o mundo externo, para o contexto no qual o negócio está inserido. Para os clientes, investidores, comunidade… e tenta desenhar práticas de RH que respondam às condições externas. O RH estratégico é como um espelho em que as práticas de RH refletem o negócio. O RH que parte de fora é como uma janela através a qual nós vemos o mundo externo.

O senhor tem visto uma mudança do RH das empresas nesse sentido?

Eu vejo uma realidade chamada de regra dos 20% – 60% – 20%. Minha experiência é que essa é a regra geral para quase todas as áreas. Por exemplo, em finanças, os profissionais estão deixando de ser focados só em fluxo de caixa para olhar para valores de mercados intangíveis. Em marketing e vendas, estão deixando de olhar só para a participação no mercado e a levar em conta a participação do consumidor.

Na área de TI, as pessoas estão se deixando de ver só sistemas para se focar em informações e tomadas de decisão. No RH (ou em qualquer uma dessas outras áreas), 20% dos profissionais são excepcionais durante essa transição. Outros 20% estão presos em uma mentalidade fixa e não têm qualquer competência ou compromisso de entregar valor real. E 60% estão no meio do caminho. É fácil criticar os 20% da base, e admirar os 20% do topo. Mas eu tendo a não focar em nenhum dos dois. Os 20% do topo são excepcionais e não precisam de ajuda. Eles podem e devem ser modelo para os outros. Enquanto os 60% do meio parecem estar ansiosos para se engajar e aprender como ajudar a organização a melhorar. É neles que me concentro.

Ainda é raro encontrar CEOs que tenham chegado da área de RH. Por quê?

O caminho para se tornar CEO tem sido liderar as áreas de operação, marketing e finanças. Então, acredito que quando os profissionais de RH dominarem o básico dessas áreas estarão mais propensos a assumir o papel de presidente de empresas. Porque sua parte, de gestão de pessoas e da estrutura organizacional, têm mostrado desafios cada vez mais relevantes para o sucesso de uma empresa.
Apesar de se falar muito em RH estratégico, muitos CEOs continuam queixando-se de que os profissionais de RH não entendem do negócio, e os profissionais de RH de que os CEOs não levam suas opiniões em conta.

O senhor vê um conflito entre presidentes de empresa e gestores de recursos humanos?

A regra dos 20% – 60% – 20% vale também para os líderes de negócios. Vinte por cento estão conscientes e comprometidos com as questões do RH (talentos, liderança, capacitação); 20% não se deixam influenciar pelo RH; e 60% são neutros, mas podem ser influenciados. Para estes, eu sugiro que o RH não chegue falando sobre questões do RH, mas, sim, sobre o que é preciso para o negócio ter sucesso. Então, mostre aos gestores de negócios que a parte mais crítica do caminho para o sucesso são justamente as atendidas pelas ferramentas de RH.

Algumas empresas estão diminuindo e até eliminando a hierarquia de seus organogramas. O que o senhor pensa sobre esse modelo?

Nas escolas de negócios, alguns anos atrás, os alunos disseram que não queriam mais notas em letras (A, B e C). Rapidamente, passaram a ser classificados como: passou de ano, passou com ótimo desempenho, passou com o desempenho mínimo. Ou seja, continuaram a ter notas, mas com outros nomes. Organizações que eliminam a hierarquia continuam a ter processos de governança que permitam que os esforços das pessoas se conectem para formar uma organização, e não apenas a soma de partes. Isso requer liderança, mesmo que seja menos focada na figura de alguém em especial, e mais na liderança coletiva.

Fonte: Portal Época Negócios 

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Duplicação BR-381, Belo Horizonte a Governardor Valadares

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Duplicação BR-381, Belo Horizonte a Governardor Valadares

Deputado Leonardo Quintão aponta falta de planejamento e cobra duplicação integral de Belo Horizonte a Governador Valadares: finalmente, começaram em maio deste ano as obras de duplicação da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares. Dos 11 lotes em que o projeto foi dividido, nove já tiveram as concorrências encerradas e, em cinco, as obras da BR-381 já começaram. Um dos entraves para a conclusão dessas licitações é a retirada dos moradores da Vila da Luz. Ela fica espremida entre as pistas da BR-381, na saída de BH para Vitória, e no local vivem 1,5 mil famílias.

Em pouco tempo de trabalho já é possível perceber as mudanças na rodovia 381, como a construção de dois túneis próximos a Antônio Dias, no Vale do Aço. A previsão é que as obras dos túneis sejam concluídas em um ano e meio. O valor do contrato é de quase R$57 milhões.

Além da construção dos túneis, a movimentação de máquinas e caminhões em vários trechos entre Caeté e o trevo de Barão dos Cocais também é grande. A duplicação dos lotes já licitados envolverá mais de 1200 máquinas e equipamentos, 29 mil toneladas de aço e mais de 48 quilômetros de metros quadrados de terraplanagem. Em relação à mão de obra, está prevista a contratação de mais de 5.700 trabalhadores.

Segundo o deputado federal Leonardo Quintão, a duplicação da BR-381 é uma reivindicação histórica dos mineiros, porém, nas últimas décadas o trecho entre BH e Valadares não teve melhorias efetivas. “Diariamente pessoas morrem, e famílias são destruídas nesta estrada. E isso, por pura incompetência do Governo Federal”, criticou. “Há oito anos, nós, deputados mineiros, nos reunimos e colocamos recursos para essa duplicação. No entanto, esse dinheiro ficou parado por mais de quatro anos”, acrescentou Leonardo Quintão.

DUPLICAÇÃO DA BR 381: TRECHO ENTRE BELO ORIENTE – GOVERNADOR VALADARES

deputado Leonardo Quintão afirmou que acompanhará de perto a evolução dessa obra, uma vez que o projeto não contempla a duplicação entre Belo Horizonte e Governador Valadares. No trecho de 72,8 quilômetros entre essas duas cidades estão previstas apenas melhorias, como a construção de uma terceira pista e a recuperação dos trechos danificados. “A duplicação integral dessa rodovia, contemplando Governador Valadares, estava prevista desde 2012. É necessário que seja feito um aditivo no projeto, pois esse trecho não pode passar apenas por melhorias. É preciso que seja duplicado”, afirmou Leonardo Quintão.

DUPLICAÇÃO DA BR-040

Na BR-040, trecho que liga Brasília a Juiz de Fora, as obras também tiveram início. A empresa vencedora da licitação já iniciou reparos na pavimentação, na recuperação do sistema de drenagem e na sinalização, além da limpeza e conservação da faixa de domínio.

A empresa administrará os 936,8 quilômetros da BR-040 pelo prazo de 30 anos, e o contrato prevê que, até o segundo ano de concessão, as obras de 109 quilômetros sejam concluídas. O investimento será de quase R$8 bilhões.

A previsão é de que essa primeira fase da obra seja concluída até o final deste ano. Contudo, a expectativa é que a partir de outubro alguns serviços já sejam oferecidos aos usuários da rodovia, como a presença constante de inspetores, socorro mecânico, guinchos, atendimento médico de emergência, dentre outros.

br 381 Duplicação BR 381, Belo Horizonte a Governardor Valadares

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O respeito à intimidade e à vida privada

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Cada um experimenta um pouco da falta de ordem que todos nós plantamos, para o bem ou para o mal.

Desde o século XIX nos Estados Unidos e mais recentemente no Brasil, vem crescendo a discussão acerca da proteção a essa esfera da vida de cada um, que pretendemos seja mantida guardada do olhar curioso da população em geral.

O Direito tem avançado bastante em instrumentos legais e judiciais capazes de garantir o respeito a essa reserva particular de cada indivíduo.

A sociedade, por sua vez, parece caminhar no sentido contrário, inviabilizando, em alguns casos, a proteção a intimidade de certas pessoas que, por ato de vontade, resolvem expor suas vidas, até nos mais sórdidos detalhes, à apreciação e julgamento do público em geral. Estou me referindo, obviamente, aos reality shows, moda que continua em expansão, mas estou me referindo também a outras formas menos evidentes de exposição geral da própria vida.

O Facebook, em muitos casos, é exemplo dessa comunicação, universalmente aberta, da privacidadede algumas pessoas, que registram o que fazem a cada momento, do despertar e escovar os dentes, às visitas a banheiros, refeições e relações sexuais, sem perdoar qualquer detalhe.

Mas mesmo nos atos menores, nas questões do dia a dia, percebemos uma frequente perda do respeito a nossa própria intimidade.

Lembro-me de que não era polido, até algum tempo atrás, conversar no celular em elevadores, prática que se universalizou, para não falar daqueles que conversam com seus fones de ouvido rua afora, em tom que permite até aos mais distraídos acompanhar a conversa.

Falo também dos beijos lascivos que até recentemente eram divididos em momentos de penumbra, no cinema, na saída da festa, no escuro da boate e que hoje são dados na porta da escola, em frente dos professores, dos pais e dos passantes.

Falo do sexo, que era realidade proibida no mundo adolescente e que não só foi aberta ao diálogo e discussão franca em família e entre amigos, mas tem levado cada dia mais casais de namorados, menores de idade, a manter sob o teto paterno e com o consentimento dos pais as relações antes escondidas a quatro chaves.

Não sei se sobrou muita intimidade a proteger, pois a verdade é que já respeitamos muito pouco a nossa própria vida privada.

Tenho minhas dúvidas, aliás, se a vida privada, como idealizada juridicamente há mais de cem anos, ainda existe.

Tenho para mim que nossa intimidade transformou-se em algo difícil de ser medida e, portanto, quase impossível de ser protegida, em uma série de situações.

Não me agrada o palpite alheio sobre minha vida privada, não me agrada a vista do outro sobre as questões da minha casa, da minha família, da minha VIDA, mas não sei se é possível refrear a curiosidade daqueles que se vêem autorizados e incentivados a invadir a privacidade alheia dia após dia.

De alguma forma, a reclamação constante dos mais velhos com relação à falta de respeito dos mais novos tem nesse fim das fronteiras da intimidade a sua causa mais remota. É que ao jovem não parece estranho intrometer-se na conversa alheia, nem lhe parece errado comentar o que vê, espontaneamente, sem se preocupar com os sentimentos ou privacidade da vítima do comentário.

Esse é o mundo da liberdade plena de expressão, em que o respeito à privacidade e à vida privada é difícil de ser garantido e mesmo de ser identificado.

Esquecem os que reclamam, contudo, que nenhuma geração se põe sem o impulso da que lhe antecedeu e, por uma via ou por outra, os pais sempre provam o que plantaram em seus próprios filhos.

Os limites não serão dados pela lei, mas por cada um, nos seus convívios familiar e social mais estreitos.

Cada um experimenta um pouco da falta de ordem que todos nós plantamos, para o bem ou para o mal.

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Qual a função do deputado Federal?

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Qual a função do deputado Federal?

O Poder Legislativo do Brasil é formado pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados. O deputado federal é o representante do povo no Congresso Nacional e seu mandato é de 4 anos, não havendo limite para a reeleição. Para se candidatar a esse cargo é preciso atender os seguintes requisitos:

  • Ter idade mínima de 21 anos;
  • Estar inscrito em algum partido político;
  • Ter nacionalidade brasileira;
  • Possuir domicílio eleitoral no estado pelo qual está concorrendo ao cargo;
  • Ter pleno exercício dos direitos políticos.

A Câmara dos Deputados é composta por 513 membros, que recebem um salário mensal. A quantidade de deputados federais é estabelecida no ano anterior às eleições, pois o número de representantes por cada estado é fixado conforme o quantitativo de habitantes de cada unidade federativa. Nesse sentido, estados mais populosos elegem mais deputados federais. No entanto, o número máximo de deputados por estado é de 70 e o número mínimo, 8.

A principal função do deputado federal é a elaboração de leis. Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, outras importantes atribuições dos deputados federais são:

  • Elaborar seu regimento interno;
  • Fiscalizar os atos do Poder Executivo;
  • Autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado;
  • Proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa;
  • Eleger membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII.

Site oficial da Câmara dos Deputados Federais

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Barriga lisinha com plástica é para você?

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Como é feita a abdominoplastia? 

Quando a mulher engravida ou engorda muito, o abdômen dilata e os músculos da região se afastam. Depois que o bebê nasce ou os quilos vão embora, eles podem voltar ao normal ou, então, permanecer um pouco separados. “Nesse caso, reposicionamos essa estrutura ao fazer uma costura com vários pontos, chamada de plicatura”, explica o cirurgião Wilson Cintra Júnior, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O excesso de pele é puxado para baixo e cortado. Depois, a costura é feita horizontalmente, na altura dos pelos pubianos, e o buraquinho do umbigo é refeito.

Verdade que a cicatriz é muito grande? 

Depende. Quanto menor a retirada de pele e de gordura, menor o tamanho da marca. “Além disso, não dá para prever exatamente se ela vai ficar mais suave ou perceptível porque depende da genética da paciente”, explica Bárbara Machado. “Digo sempre que há uma troca: você melhora o contorno do corpo e, com isso, ganha uma cicatriz que pode, sim, ser extensa, às vezes de ponta a ponta da barriga.”

Existe alguma contraindicação para a operação? 

“Não se faz a cirurgia em menores de 18 anos”, diz Cintra Júnior. “Se o paciente tiver alguma restrição alérgica, anestésica ou problemas de coagulação, também não pode se submeter ao procedimento. “Os fumantes precisam passar por uma avaliação ainda mais rigorosa do que a habitual porque a nicotina contrai os vasos sanguíneos e atrapalha a irrigação dos tecidos.

Quem não teve filhos, mas planeja ser mãe, pode recorrer à técnica? 

Não é o ideal, mas pode. “Com a gravidez, os músculos vão se afastar novamente, porém, menos do que antes. A flacidez também será menor”, diz Cintra Júnior. Uma mulher que nunca engravidou, mas já foi obesa, por exemplo, passa pelo mesmo processo de afastamento da musculatura que a gestante enfrenta. Se o emagrecimento foi rápido, como costuma acontecer depois da cirurgia bariátrica, a sobra de pele pode ser maior. E aí vale consultar um cirurgião de confiança para verificar se o procedimento é indicado nesse caso. Mas definitivamente não é o tipo de cirurgia para quem não tem excesso de flacidez abdominal e quer apenas perder a barriga. Se dieta e exercícios físicos não derem conta, o profissional pode recomendar a lipoaspiração.

Como saber se a abdominoplastia é técnica mais indicada para alisar o abdômen? 

“Fique de pé e leve o tronco levemente para a frente. Se conseguir segurar somente a pele da região abaixo do umbigo, converse com seu médico sobre a possibilidade de fazer a abdominoplastia”, diz Golcman. Se não conseguir, mas perceber flacidez, pode ser o caso de uma miniabdominoplastia. O procedimento é o mesmo, só que em uma área bem menor e, em alguns casos, sem a necessidade de costurar o músculo.

Ouvi dizer que as famosas fazem logo após o parto. Pode? 

Não. “A mulher que dá à luz tem um período de aproximadamente 40 dias de puerpério, em que acontece uma série de alterações na coagulação, na parte hormonal e na retenção de líquidos”, afirma Cintra Júnior. Por isso, não se deve fazer nenhum tipo de cirurgia estética nessa fase.

“Depois, se a paciente voltar à atividade física, vai recuperar o contorno corporal e pode nem precisar da operação.” É por isso que os cirurgiões aguardam, em média, seis meses para avaliar a necessidade do procedimento.

A operação acaba com as estrias do abdômen? 

“Se elas estiverem na parte que for retirada, geralmente abaixo do umbigo, sim. Caso contrário, pode acontecer apenas de melhorar o aspecto delas, mas nada vai fazer com que sumam”, diz Cintra Júnior.

Quanto tempo dura a cirurgia? 

“De uma hora e meia a três horas e meia”, diz Golcman. O período de internação fica em torno de 48 horas.

Como é o pós-operatório? 

“A recuperação dura entre 15 e 21 dias, quando já dá para voltar a dirigir e trabalhar. Só não vale pegar peso. Se houver plicatura dos músculos, o período sobe para um mês”, afirma Golcman. Como os hematomas demoram até quatro meses para desaparecer, nada de praia nessa fase, já que o sol causaria manchas. Além disso, o tecido traumatizado pela técnica invasiva cria todas as condições para a retenção de líquidos. Para diminuir o desconforto e o inchaço, o cirurgião recomenda sessões regulares de drenagem linfática a partir de sete dias da operação. “Também ocorre uma leve perda de sensibilidade na região durante os primeiros meses”, alerta Bárbara, da Clínica Ivo Pitanguy.

Depois de quanto tempo dá para voltar a fazer exercícios? 

“Costumo pedir para esperar dois meses. É o tempo médio de cicatrização interna e externa”, diz Bárbara. O ideal é aguardar a liberação do médico.

Como manter o resultado? 

“São dois os segredos: o primeiro é manter o peso ou até emagrecer – o que não pode é engordar depois da cirurgia, o que, claro, compromete o resultado. O segundo é fazer atividade física para melhorar o tônus muscular do abdômen”, diz Golcman.

As pessoas percebem quem fez abdominoplastia? 

“Com as técnicas cada vez mais avançadas e os resultados naturais, o único jeito de saber é vendo a cicatriz. Nas intervenções menores, ela é facilmente escondida sob o biquíni”, explica Golcman. “Até mesmo a marca ao redor do umbigo, que antes ficava mais perceptível, tem tido um ótimo resultado”, acredita Bárbara. É claro que tudo isso vai depender da técnica e da experiência do cirurgião plástico. Por isso, vale pedir indicação de amigas que fizeram o procedimento, visitar mais de um cirurgião e checar se o médico é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Cada corpo, uma sentença 

Existem três tipos principais de abdominoplastia, que o especialista pode empregar de acordo com cada caso. Entenda as diferenças:

Clássica 

Indicada para quem teve filho ou emagreceu radicalmente – por exemplo, depois de uma cirurgia bariátrica. É realizada com a costura dos músculos abdominais, que se afastam quando o abdômen se dilata na gravidez ou quando há obesidade. Depois, o médico puxa a pele que está sobrando, corta e costura na linha do púbis. A parte que recobre o umbigo também precisa ser cortada e pregada novamente. As cicatrizes dependem da extensão do procedimento. Se o motivo da operação é recuperar a forma depois da gravidez, as marcas costumam ser pequenas e ficam disfarçadas sob o biquíni e o umbigo. Para ex-obesos, elas são bem maiores, podendo se prolongar de ponta a ponta da barriga, já que há bastante pele em excesso.

Miniabdominoplastia 

Se a sobra de pele é muito discreta, concentrada na parte inferior do abdômen, a opção é a miniabdominoplastia. Em muitos casos, nem é preciso costurar a musculatura, mas o restante do procedimento é o mesmo, inclusive em relação ao pós-operatório. A diferença é que, como se retira pouca pele, a cicatriz é menor.

Lipoabdominoplastia 

Quando há gordura localizada, o médico pode indicar a técnica associada à lipoaspiração. Primeiro, ele retira a gordura e depois dá conta da flacidez. Se o objetivo for remodelar toda a região, a lipo é feita também na cintura e no quadril (a lipoescultura) e, só então, se faz a abdominoplastia.

Fonte: Portal M de Mulher

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Lei da Empregada Doméstica começa a vigorar

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Lei da Empregada Doméstica começa a vigorar

As penalidades para quem não se adaptar à Lei da Empregada Doméstica, que prevê carteira assinada, jornada de trabalho definida e pagamento de horas extras, começarão a ter validade a partir da próxima quinta-feira (7), segundo o Ministério do Trabalho.

Publicada em Abril, a lei fixava um prazo de 120 dias de adaptação. A multa mínima para quem não assinar a carteira de trabalho da empregada doméstica é de R$ 805,06. O valor pode ser maior considerando a idade do empregado doméstico e o tempo de serviço.

Além de carteira assinada, os empregados domésticos também têm direito a receber, pelo menos, um salário mínimo, e horas extras com adicional de 50% para uma jornada de 8 horas diárias e 44 semanais, entre outros.

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Aposentados INSS recebem 1º parcela do 13º Salário

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Aposentados INSS recebem 1º parcela do 13º Salário

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recebem metade do 13 º salário junto com a folha de pagamento de agosto. A antecipação do benefício tem sido feita todos os anos, e foi oficializada na terça-feira (5) com a publicação do decreto da presidente Dilma Rousseff  no Diário Oficial da União.

A primeira parte será paga junto com os benefícios de agosto e não haverá desconto de Imposto de Renda (IR); o pagamento vai do dia 25 deste mês até 5 de setembro, variando conforme o número do cartão do aposentado ou pensionista. O restante do 13º salário (valor total do abono anual menos o valor da parcela antecipada) será pago juntamente com os benefícios do mês de novembro.

No total serão beneficiados 27,3 milhões de aposentados em todo  o país e isso deve injetar R$ 13, 6 bilhões na economia nos meses de agosto e setembro, estima o Ministério da Previdência Social.

 

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Governo autoriza leilões para escoamento de milho

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Governo autoriza leilões para escoamento de milho

O Governo Federal autorizou a realização de leilões de subvenção para sustentação dos preços do milho no Brasil, segundo portaria interministerial publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União. Foram destinados 500 milhões de reais para a realização de leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou a sua Cooperativa (Pepro) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A portaria no Diário Oficial não estabelece a data de realização dos pregões, mas Geller disse na segunda-feira que eles deverão ser realizados até o dia 15 deste mês. Os 500 milhões de reais deverão ser suficientes para apoiar o escoamento entre 7 a 10 milhões de toneladas, dependendo da disputa durante a realização dos leilões, disse o ministro na ocasião.

O leilão Pepro é um instrumento adotado para dar sustentação aos preços da commodity nas regiões onde a ampla oferta derruba os preços, pagando ao produtor a diferença entre o valor obtido no mercado e os valores mínimos definidos pelo governo.

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Ministério da Cultura oferece atividades culturais gratuitas

Ministério da Cultura oferece atividades culturais gratuitas

Entidades vinculadas ao Ministério da Cultura, como a Fundação Nacional das Artes (Funarte), a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e Fundação Casa Rui Barbosa (FRB), oferecem diversas atividades gratuitas que vão de oficinas de teatro a cursos de histórias com origamis.

Em Minas Gerais, a Funarte abriu inscrições, até a próxima sexta-feira (15), para interessados em participar da oficina cênica gratuita “Corporeidades Negras”, entre 18 e 22 de agosto. Ela será ministrada pela artista, pesquisadora e arte-educadora Júnia Bertolino, diretora e coreógrafa da Cia Baobá Minas, de Belo Horizonte. A ação faz parte do programa Capacitação Artística e Técnica em Artes.

No total são 30 vagas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail oficinas.funarte@gmail.com. O envio deve constar o nome completo, telefone para contato e breve currículo. Mais informações pelo telefone (31) 3213-3084.


SOBRE O MINISTÉRIO DA CULTURA

O Ministério da Cultura do Brasil foi criado em 15 de março de 1985 no governo de José Sarney. Anteriormente as atribuições deste assunto eram de autoridade do Ministério da Educação, que de 1953 a 1985 chamava-se Ministério da Educação e Cultura (MEC). O Ministério da Cultura é responsável pelas letras, artes, folclore e outras formas de expressão da cultura nacional e pelo patrimônio histórico, arqueológico, artístico e cultural do Brasil.

 

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